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NORCAÇA, NORPESCA & NORCASTANHA 2017

 2 a 5 de novembro

 

Em Bragança, "no cimo de Portugal”, nasceu em 2002 a NORCAÇA. Em 2005, no mesmo “cimo”, nasceu a NORPESCA.  Em 2010, junta-se-lhe a NORCASTANHA. 


Todas com a mesma pretensão de ser:

  • Um projeto de valorização do património cinegético, piscícola, gastronómico e turístico do Norte;
  • Um desafio a todos os caçadores, pescadores, agentes económicos e amantes da natureza;
  • Um chamamento à melhor gestão dos nossos recursos hídricos e piscícolas;
  • Uma evidência de que os nossos muitos rios necessitam de urgente protecção da sua variada, mas já escassa, fauna ictiológica;
  • Uma resposta aos que crêem, e sempre acreditaram, no futuro da sua terra;
  • Um espaço de reflexão e convívio sobre novas tecnologias, novas estratégias de protecção da caça, da pesca e do ambiente e sobre a identificação das agressões ilícitas à fauna cinegética e piscícola;
  • Um encontro de todos com a natureza, a arte e a cultura de um povo;
  • Um compromisso com a juventude, determinada a defender o seu património natural;
  • A consciencialização de que a utilização racional dos nossos ricos recursos naturais é geradora de riqueza para todos;
  • A determinação em apresentar estratégias técnicas para o aproveitamento da riqueza cinegética e piscícola do Norte de Portugal;
  • O assombro de sentir combinada a ciência infusa de temperar com o Maior Pote do Mundo;
  • A consciência social do direito do Homem à utilização racional dos recursos vivos e ecosistemas;
  • O pacto de união indissolúvel do Homem com a Natureza;
  • O desejo da castanha em mostrar-lhe que é fonte de energia e virilidade.
  • A divulgação de novas tecnologias com vista ao aprimoramento da utilização dos recursos transmontanos.
  • A prova de que há vida para além da inquietação.
  • O diagnóstico dos problemas que a caça, a pesca e a castanha estão a enfrentar.
  • A prosperidade de Trás-os-Montes depende da nossa capacidade, habilidade, vontade, energia e organização em potenciar os nossos recursos naturais.
  • Uma oportunidade favorável ao aproveitamento das ajudas comunitárias às fileiras da caça, pesca e castanha.
  • Um certame cercado de riquezas naturais


Por tudo isto, e parafraseando o escritor transmontano Miguel Torga:

Quem não tem medo das alturas, depois de atingir a crista do sonho (o cimo de Portugal), contemplará a própria bem-aventurança.
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